Artículos

Artículos científicos y de práctica profesional sobre la cal y sus aplicaciones

Victória Reis. Mestranda, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil

Mateus Antônio Oliveira. Professor, Universidade Federal do Pará

Ananda Bispo. Graduanda, Universidade Federal do Pará


Resumo
Os edifícios históricos são parte importante da identidade cultural da sociedade. Diferentes civilizações ao longo da história utilizaram argamassas à base de cal aérea para construções em alvenarias. A argamassa é reconhecida como a principal causa das deformações e movimentos nesse tipo de estrutura, o que justifica a necessidade de uma análise detalhada do papel da argamassa no âmbito do comportamento estrutural de construções históricas em alvenaria. O conhecimento sobre os materiais e as composições/traços utilizados no passado pode ser considerado ainda escasso, tanto a nível internacional quanto no contexto brasileiro, considerando a importância de se reproduzir precisamente argamassas compatíveis e entender o comportamento das já utilizadas. Este trabalho tem como objetivo verificar, por meio de uma detalhada revisão bibliográfica, os materiais empregues nos edifícios históricos.

Cristina Mayo Corrochano. Dr. Arquitecto por la Universidad Politécnica de Madrid. Miembro del grupo de investigación “Análisis e Intervención en Patrimonio Arquitectónico (AIPA)

David Sanz Arauz. Dr. por la Universidad Politécnica de Madrid. Profesor Contratado Doctor en el Departamento de Construcción y Tecnologías arquitectónicas de la Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Madrid. Grupo AIPA. 

José Ignacio Pineda Enebra. Arquitecto superior por la universidad de Alfonso X el Sabio. Estudiante del Máster Universitario en Construcción y Tecnología de los Edificios Históricos (MUCTEH)


Resumen
Durante el desarrollo arquitectónico de las principales ciudades europeas en el siglo XIX, diversos morteros hidráulicos competían por encontrar su lugar en un mercado que históricamente había sido acaparado por los morteros tradicionales de cal.
Cientos de edificios de nuestro patrimonio arquitectónico construidos en el siglo XIX, tras más de cien años desde su construcción, necesitan intervenciones para su conservación y rehabilitación.
Para realizar estas actuaciones de forma adecuada, resulta indispensable la correcta identificación de los morteros empleados originalmente. La restauración de estos morteros con materiales no compatibles puede producir daños irreparables en los elementos originales de los edificios.

Pablo Guerra García. Universidad Politécnica de Madrid

David Sanz Arauz. Universidad Politécnica de Madrid

Antonio Batanero Nieto. ABN Patrimonio

Juan Carlos Batanero Nieto. ABN Patrimonio

Israel J. Alcón García. ABN Patrimonio

 

Resumen
En el año 2014 el ayuntamiento de Trillo se propuso realizar el estudio completo del puente de Trillo sobre el río Tajo, obra del s. XVI, y una de las obras públicas históricas de mayor relevancia en la provincia de Guadalajara. Se trata de una pieza con múltiples etapas constructivas y varias restauraciones, con una conservación compleja dado su estado patológico y su uso. Es por ello que la empresa de arqueología ABN Patrimonio, junto con la Universidad Politécnica de Madrid, desarrollaron un estudio sobre el estado del puente, que incluía el análisis de los morteros, a la par que se desarrollaban otros trabajos arqueológicos. Se tomaron un total de 14 muestras de morteros del puente de acuerdo con las especificaciones del equipo de arqueología añadiendo, además, muestras de algunas estructuras cercanas. Los análisis, que se efectuaron en la Escuela Técnica Superior de Arquitectura y en el CAI de Ciencias Geológicas de la Universidad Complutense de Madrid, comprenden un estudio mediante esterero-microscopía, difracción de rayos X, microscopía óptica de luz polarizada y microscopía electrónica de barrido con microanálisis.

Maria Teresa Geraldes Freire. Laboratório Nacional de Engenharia Civil e CERIS, Portugal

António Santos Silva. Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Portugal

Maria do Rosário Veiga. Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Portugal

Resumo
A igreja do convento de S. Domingos de Benfica, em Lisboa, exibe um dos raros exemplares de estuques maneiristas da primeira metade do século XVII que sobreviveram ao terramoto de 1755.
Estudos no âmbito da História da Arte realçam a sua beleza e qualidade estética e apontam para a origem das influências por detrás da concepção do programa decorativo.
Uma intervenção recente no teto do retro-coro da igreja proporcionou a recolha de um conjunto representativo de amostras pertencentes aos diversos tipos de elementos decorativos, tendo-se procedido à sua caracterização mineralógica, química e física.

Mateus A. Oliveira, Universidade Federal do Pará, Brasil

Érika T. Guimarães, Universidade do Minho

Miguel Azenha, Universidade do Minho

Paulo B. Lourenço, Universidade do Minho

Bernardo N. M. Neto, Universidade Federal do Pará, Brasil

Rafael A. Maia, Universidade Federal do Pará, Brasil

Resumo

Uma parte significativa do património histórico na Península Ibérica é constituída de alvenaria estrutural, com juntas preenchidas com argamassa. Nesses sistemas estruturais, a argamassa usualmente representa uma parcela pequena/moderada do volume total da estrutura. No entanto, a argamassa é reconhecida como a principal fonte de deformações/movimentos na estrutura, o que justifica a necessidade de conhecimento aprofundado do seu comportamento. Nas argamassas antigas, a cal aérea é um dos ligantes mais antigos e recorrentes. Nessas argamassas, o endurecimento do material é gradual a partir da superfície, em correspondência com os processos de carbonação e secagem. Para essas argamassas, os processos citados